MELHORES DO ANO 2017: TOP 30 MÚSICAS DO OCIDENTE (PARTE 1; 30~21)

Mas olha só quem tá fazendo presença em pleno natal. Não, não é o Papai Noel nem Jesus Cristo, sou euzinho MIUMIU DE BJORK MELLO pra finalmente dar início à retrospectiva de 2017, onde eu ranqueio pra vocês os destaques do ano!!!

Ano passado eu tava cheio de firulinha pra introduzir esses posts, mas ninguém aqui quer saber de firulinha né? Pois pode meter o dedo aí nesse continuar lendo e bora ver as minhas opiniões pessoais™ a respeito das melhores músicas de 2017!!!

30º LUGAR

HALSEY – WALLS COULD TALK

Resultado de imagem para HALSEY HOPELESS FOUNTAIN KINGDOMA começar por essa música que eu não sei nem se da pra chamar de música por tão curta que ela é.

A sonoridade disso aqui é uma completa delicia remetendo a coisas que Britney Spears já lançou tipo ‘Oops!… I Did It Again’, sendo que com um ar de maturidade maior, com um clima mais dramático e com uma atmosfera mais densa, e quem não quer ouvir Britney 2000’s numa versão mais densa?

Mas infelizmente os jegues responsáveis ‘Walls Could Talk’ acharam que seria uma boa ideia deixar a música não chegar sequer nos 2 minutos de duração, um puta desperdício duma música que poderia ser um enorme destaque na discografia de Halsey. Seria até melhor se eles juntassem as duas músicas que tocam antes de ‘Walls Could Talk’ no ‘hopeless fountain kingdom’, que são ‘Good Mourning’ e ‘Lie’, e fazer uma música incrível com três momentos diferentes. Mas fazer o que né? De qualquer maneira essa faixa daí continua sendo um destaque.

29º LUGAR

HARRY STYLES – SIGN OF THE TIMES

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Desde que eu ouvi o álbum de debut do ZAYN que saiu ano passado, eu já tinha colocado na minha cabeça que minha cota pra ex-directioner tinha acabado e que eu não ia ouvir mais porra nenhuma que esses guri aí lançassem. Mas decidi dar uma chance pro Harry Styles pela boa recepção que o debut dele teve, e rapaz, não saí nem um pouco decepcionado.

Dessa estreia saiu a belissima balada de rock ‘Sign Of The Times’, que tem um clima de serenidade super gostosinho. A produção disso aqui tá perfeita, cheia de detalhes pontuais que dão mais profundidade à atmosfera da música como aquele Coral e seja lá qual for o instrumento que começa a tocar nos 8 segundos iniciais. Realmente foi um baque e tanto pra mim por eu não estar esperando algo tão diferente e bom vindo do senhorito Harry, isso só mostra que ele é um artista a se por o olho daqui pra frente. E agora minha cota de ex-directioner está oficialmente fechada HEHEHEHE. Mals aí Liam e Nial.

28º LUGAR

KATY PERRY – SWISH SWISH

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Mas olha só quem tá aqui, se não é a cantora pop mais hateada do ano? Embora eu tenha minhas problematizações a respeito do assunto, depois que o Witness finalmente saiu junto de todo o marketing por trás dele, até da pra entender o por que disso.

Mas independente de hate ou não, Katia Perez ainda conseguiu entregar coisas bacanas em 2017 e a melhor delas com certeza é ‘Swish Swish’. Ela é uma música 80’s mais com uma vibe mais noturna e contida, porém dançante e divertido, caiu feito uma luva em mim. É daquelas músicas que quando toca eu não sei se é pra dançar da forma mais zoada possível ou se levando a sério.

E de bônus a gente ainda teve Gretchen fazendo uma fucking aparição no Lyric Video dessa delicinha. Pra nós, brasileiros que já estão acostumado com a visão divina que é a presença de Gretchen, o vídeo pode até ser besteirinha, mas pare e pense por um segundo: O QUE UM GRINGO QUE NUNCA VIU GRETCHEN NA VIDA PENSOU QUANDO VIU ESSE LYRIC VIDEO????? A resposta pode ser apenas uma: “I don’t know who this is but she is my queen and I want her to slay me right now yas mawma yas bitch YASSSSS ICON YAAAASSSS FUCKING ICOOONNN YAAA…”…bem, acho que deu pra entender né?

27º LUGAR

LINDSEY STIRLING – FORGOTTEN CITY

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Eu fiquei absurdamente feliz quando isso aqui saiu. Acompanho Lindsey Stirling desde a época em que um de seus fortes era fazer covers de músicas de jogos e de filmes da cultura geek, comecei essa trajetória depois de ter me encantado com o cover do tema de Assassin’s Creed dela. E agora, 5 anos depois, ver que ela deixou de fazer seus covers para começar a compor músicas originais pra trilhas sonoras de jogos é de dar um orgulho gigantesco.

E esse orgulho não poderia diminuir nem um pouco depois de ouvir ‘Forgotten City’, música tema do indie RiME. Embora não tenha a força das músicas originais de Lindsey, ela é uma música extremamente linda e tocante, chega a ter uma magia em si que é de tirar o fôlego ao ouvir. Perfeita pra o contexto de RiME pela sua ambientação simples mas linda.

26º LUGAR

GORILLAZ – ANDROMEDA (FEAT. D.R.A.M.)

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Opa mas parece que temos outra delicia aqui, mas dessa vez uma delicinha interplanetária.

‘Andromeda’ é cheia de elementos que remetem tudo o que lembra de certa forma o universo, é daquelas músicas que seriam perfeitas pra tocar num desses filme sci-fi num momento mais leve da trama.

O bacana é que essa sonoridade é apresentado de uma forma muito confortante. É quase como se uns alienzinhos tivessem te levado pra outro planeta e estivessem te dando as boas vindas da forma mais amigável e camarada possível. Você fica sem preocupações e só curtindo a vibe intergalática. Topíssimo.

25º LUGAR

SELENA GOMEZ – BAD LIAR

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Depois de ter sido um destaque em 2015 com coisas feito ‘Hands To Myself’ e ‘Good For You’, Selena não desistiu dessa sonoridade e continua trazendo músicas minimalistas com canto falado, e que bom que ela não parou. Esse tipo de sonoridade é uma maravilha, não é dessas que a gente vê o tempo todo no pop e traz um diferencial muito bacana pra a dona Gomez.

Dito isso, ‘Bad Liar’ tem todas essas qualidades já citadas, mas não tão trabalhadas assim. Ainda falta algo nela que possa dar mais brilho pra faixa, ela não tem lá muita inventividade e falta pulso, mas ela não deixa de ser uma música muito gostosinha e até mesmo divertida. E esses “With my feelings on fire” são de grudar na cabeça terrivelmente por incrível que pareça.

24º LUGAR

TYLER, THE CREATOR – FOREWORD (FEAT. REX ORANGE COUNTY)

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Saída do muito interessante álbum ‘Flower Boy’, ‘Foreword’ é uma música que tem um brilho especial graças a esse instrumental absurdamente delicioso e ao contraste entre o rap da voz extremamente grave do Tyler com a voz doce e cantada do Rex Orange County.

É até engraçado pensar que uma junção tão inusitada além de ter dado certo resultou numa música tão calminha e muito gostosinha de se ouvir.

Mas ela ainda da um gostinho de quero mais justamente por ser a introdução do álbum. Embora ela funcione perfeitamente como introdução, talvez a música poderia ter sido pensada pra soar mais completa que já soa. Mas de qualquer maneira, ainda é uma musica super bacana e o maior destaque do ‘Flower Boy’. Se vocês curtiram isso daí recomendo irem ouvir o álbum.

23º LUGAR

BJÖRK – THE GATE

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Depois de ouvir o ‘Utopia’, só me veio uma reafirmação do que eu já disse pra vocês: I don’t get bjork. Álbum estranhíssimo e não muito harmônico.

Mas desse trem bizarro saiu uma real pérola: ‘The Gate’. Essa música, contrário de boa parte do álbum, consegue te prender a atenção do início ao fim por te permitir entende-la por inteiro ao te deixar ouvir e saborear cada pequeno elemento dela.

Ela é uma música extremamente atmosférica, uma das melhores nesse quesito em 2017. A simplicidade e calmaria da música dado por momentos silenciosos que são pincelados por pontuais e leves notas é incrível.

Essa fórmula tinha um risco muito grande de acabar sendo extremamente monótona, mas ‘The Gate’ consegue capturar o ouvinte de forma muito eficiente desde o seu início, mantendo-o em transe com o timing perfeito entre as pausas em que o silêncio se instaura e o pincelar de notas. É um exemplo perfeito de um ótimo Ambient Music.

E convenhamos, ces não vão encontrar coisa melhor que Björk falando “Saannn-duuuu-iiiii-iiii…cheeeee” super etéreamente lá nos 0:32 segundos da música.

22º LUGAR

ALLIE X – CASANOVA

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Esse foi o ano em que a dona Allie que quer marcar um X, um X, um X no seu coração finalmente lançou um álbum completo!!

Por mais que o destaque desse lançamento não tenha sido lá uma completa novidade, ‘Casanova’ ainda consegue ser uma reimaginação da balada que realmente funciona muito bem. A música acabou se tornando um electro-pop, gênero que estranhamente se tornou muito escasso no cenário pop, muito divertido e bacana de se ouvir. Eu amo demais o último refrão disso aqui, quando a música chega no seu ápice, e também amo esse gostinho refreshing de ‘Casanova’ exatamente por ser uma música que explora uma sonoridade agora escassa no pop.

Sem contar que é incrível que conseguiram pegar uma balada e transformar numa música animadinha como é essa de forma que deu muito certo, ficando melhor que a original.

Agora eu só queria deixar aqui registrada a morte da minha ‘Old Habits Die Hard’ que também foi reimaginada nesse novo álbum da Allie X e ficou pior que a original. Uma dor no meu peito até os dias de hoje.

21º LUGAR

FERGIE – LIKE IT AIN’T NUTTIN’

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Se não é ela, a maior apropriadora cultural do ano: It’s Fergie Ferggz!!! Eu poderia muito bem gastar meu tempo escrevendo horrores sobre como é tosco essa mulher estar fazendo um rapzão numa faixa de hip hop, mas eu prefiro abraçar a tosqueira maravilhosa que é ‘Like It Ain’t Nuttin’.

Sério, que música divertida. E eu não to falando apenas de momentos como quando Fergie exalta os boobies falando pras mina esfregar as tetas só pra dois segundos depois soltar um dos highlights do ano:

I don’t mean to hang with these ladies with booties, we loud and we crazy like we in a movie.

– Fergie Ferggz

EMPODERAMENTO DA BUNDA

E sonoramente essa música aqui é um total acerto do início ao fim pra quem quer uma diversãozinha descompromissada. É daquelas músicas de se tocar no carro com os migues pra todo mundo ficar cantando junto sabe? Consegue levantar a energia maravilhosamente bem, e é disso que eu preciso quando falo em música pop.


Pois tá aí a primeira parte. Amanhã a segunda sai então APAREÇAM NESSE BLOG AMANHÃ EU LHES IMPLORO!!! E espero que tenha sobrado comida da festinha de Jesus Cristo pra vocês comerem hoje beijinhos no coração.

SEGUNDA PARTE

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9 comentários em “MELHORES DO ANO 2017: TOP 30 MÚSICAS DO OCIDENTE (PARTE 1; 30~21)

    1. Pois é menina. Mas não é nem que eu ache a música ruim, é que eu amo muito a versão de 2016 e nessa nova eles tiraram todos os elementos do instrumental que eu gostava pra colocar uns que combinam mais com a vibe do Collxtion II, mas que não combina muito com a minha vibe heheheh. E concordo que Paper Love é uma das melhores do album, tava ate pensando em colocar no top mas acho Casanova mais interessante.

      Curtido por 1 pessoa

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