O que eu estava ouvindo durante o hiato (Parte 3)

E aí meus caros, sentiram falta desse quadro? Fiquei um tempo sem escrever ele, mas cá estamos com mais um post desse estilo. Chegou a hora de eu continuar a comentar o máximo possível de coisas que ouvi durante aqueles três meses.

Olhe, tá ficando difícil introduzir esses posts. E olhe que essa é só a SEGUNDA VEZ que estou tentando introduzir um post já introduzido.

Mas enfim, sem mais delongas. Eu estava ouvindo…

RED VELVET COM O INCRÍVEL CONCEITO MATAR AS AMIGUINHAS

E cá estamos com o último comeback de Red Velvet. Isso mesmo, aquele que ia responder a nossa dúvida sobre o que diaxos as velvetas iriam fazer com aquele conceito antagônico que vocês já conhecem bem. Elas iriam fazer um mini com lado Red e lado Velvet juntos? Elas iriam ter duas Title Tracks, uma pra cada lado? Elas iam fazer um comeback com o conceito Red e depois outro com o conceito Velvet?

Hmmm, são muitas opções interessantes. Mas e que tal se ELAS JOGASSEM FORA TODO O CONCEITO RED/VELVET E TROUXESSEM UM AGUADO CONCEITO “RED VELVET” PAUTADO EM AEGYO, CONCEITO ESSE QUE GRUPO USARIA PRA O RESTO DE SUA CARREIRA?

Uma merda de opção, né? MAS PARECE QUE A SM DISCORDA.

A SM achou que seria uma boa ideia trazer um conceito que “fundiria” os lados antagônicos das meninas. Ou seja, sacrificar os lados Red e Velvet, que já sabíamos ser muito interessantes (ignorem One Of Those Nights), e trazer um estilo novo para Red Velvet de qualidade incerta.

Dá pra aliviar a tensão falando que eles podiam trazer um estilo musical legal e tals. Mas aí eles trazem nada mais nada menos que um AEGYO que nem chega a ter cara de aegyo, mas continua sendo um aegyo. PUTA FUSÃO, EM SM?

Resultado: eu fiquei muito desapontado quando eu vi esse comeback pela primeira vez. O choque de ver as meninas fazendo aegyo foi pesado e a música não me desceu. Junta isso com os looks glamurosos que as garotas estão usando no clipe, como esse aqui:

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Pelo amor de deus, SM.

Mas ok. Passado o choque, eu pude engolir Russian Roullete.

A música é um grude completo, e não é daqueles que te incomodam graças à música ser muito divertida. Eu já me peguei dando repeat nessa coisa satânica aqui umas 5 vezes seguidas, e olha que eu não faço isso faz muito, muito tempo.

Sem contar que o conceito do clipe de Russian Roullete é fenomenal. Disparado o melhor do ano e, provavelmente, um dos melhores conceitos de clipe já imaginados dentro do k-pop. Toda essa coisa de que elas estão tentando MATAR VIOLENTAMENTE UMAS AS OUTRAS MWAHAHAHAH causar algum acidente com as gurias do grupo ficou incrível.

Só achei que o clipe poderia ter aproveitado mais essa ideia recheando o vídeo desses momentos. Sem contar que a estética do clipe não tá das melhores, embora tenha momentos muito bonitos aqui e acolá. No fim das contas, achei que o clipe não ficou lá tão legal por não terem aproveitado ao máximo potencial desse conceito. Mas não estou dizendo que ele chega a ser ruim, só falo que ele não é tão bom quanto poderia ser, mas ainda é acima da média.

Esse aqui é um dos momentos em que a estética do clipe ficou lindona

Vou te dizer, foi um puro golpe de sorte esse conceito aguado que a SM empurrou em RV com Russian Roulette ter dado certo. Eu espero do fundo do meu coração que eles não abandonem o lado Red/Velvet pra dar uma de “””inovadores””” com o lado Red Velvet. Os outros estilos já eram muito bons por si só. Não tem a menor necessidade de arriscar perder todo o potencial do grupo com Aegyo.

AS MÚSICAS MARINA AND THE DIAMONDS. TIVE UMA QUEDA POR ELA DE NOVO

Eu não sei por que, mas esses dias eu me peguei voltando a ouvir o ESPETACULAR Electra Heart, álbum da dita cuja aí em cima. E eu o ouvi como se fosse a primeira vez que estivesse o fazendo. Pude viajar completamente pelas músicas dela de uma forma que eu não tinha feito antes. E a experiência foi incrível, como não podia deixar de ser.

Marina and the Diamonds é, de longe, uma de minhas artistas/cantoras favoritas. Junta um vocal incrível com músicas fenomenais, álbuns incríveis, composições ótimas e você terá Marina Diamandis.

Nessa brincadeira de ouvir o Electra Heart, eu fui a fundo e mais a fundo. Fui atrás de baixar várias músicas dela em versão acústica (coisa que vale a pena demais fazer por que as versões acústicas de Marina são excelentes, e ouvi-las é uma ótima forma de revisitar as músicas de Marinão e ainda sair com gostinho de coisa nova). Fui atrás de ouvir de novo o primeiro álbum de estúdio de Marina, o The Family Jewels (e fui aprender a cantar 70% das músicas desse álbum). E com isso eu fui descobrindo verdadeiras jóias.

Descobri que existe uma música de Marina que se chama THE FAMILY JEWELS.

Tá estranhando? Provavelmente isso é por que você ainda não ouviu esse álbum aí (sugiro que ouça). Deixa eu explicar: na versão Standart desse CD, não tem a música The Family Jewels. Na versão Deluxe desse CD, não tem a música The Family Jewels. Aí você se pergunta: “ué? ta aonde essa música? no cu?”. Meus queridos, a música está na versão Deluxe  J A P O N E S A DO THE FAMILY JEWELS.

OLHA A MINHA CARA DE QUEM SABIA QUE EXISTIA UMA VERSÃO JAPONESA DO THE FAMILY JEWELS:

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Só sei que eu ter descobrido isso foi ótimo por que essa música segue o nível de qualidade do álbum à qual ela pertence.

E vocês acham que as descobertas param por aqui? Eu ainda consegui descobrir um EP que Marina produziu INDEPENDENTEMENTE quando ela ainda era uma jovem padawan em busca de uma carreira de sucesso. Pra vocês terem uma noção do que é uma coisa realmente indie, toma aqui a capa desse EP:

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Sim meus caros. Isso aí já foi Marina and the Diamonds. E o nome do EP é Mermaid vs Sailor.

Ela produziu esse EP e mandava, via correio, uma cópia física do Mermaid vs. Sailor pra alguns de seus poucos fãs da época que o compravam. Tudo isso na base do MySpace, que era onde ela organizada tudo pra enviar as cópias e tudo mais.

E a cópia física que ela mandava era assim:

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Não sei o que é minha coisa favorita. Os adesivos ou os desenhos de diamante no CD

Sintam um gostinho de o que é esse EP:

Isso mesmo. Se Marina já esteve aí e hoje está onde está, você também pode ser grande, meu caro.

Mas isso que eu falei não é nem por demérito de Marina. Ela simplesmente não tinha condições de fazer música de alta qualidade na época, então as músicas serem assim é algo que da pra entender perfeitamente. Na verdade, é admirável ver o quão ela se esforçava pra se jogar na carreira musical. E não vamos ignorar que desde essa época a guria já tinha um grande talento como compositora, o que está bem expresso nessa música aí de cima.

Vou ser bem sincero. Se “Daddy Was A Sailor” fosse produzida em um estúdio, eu tenho certeza que ela seria MUITO boa. A música nessa qualidade ruinzona já não é a pior coisa e dá pra agradar os ouvidos  (graças à composição que foi muito bem feita), imagina em qualidade de estúdio?

Agora pra vocês poderem comparar: 2 músicas que estão no primeiro álbum de estúdio de Marina estavam nesse EP. Ela havia composto e produzido as músicas independentemente, e mais pra frente o estúdio dela produziu essas músicas. Estou falando de “Seventeen” e “Hermit The Frog“. Os links pra as versões originais das músicas estão aí, podem dar uma ouvida se estiverem curiosos e verão o poder que um estúdio tem.

Além disso, coisas diferentes de Marina que eu também cheguei a ouvir foram E.V.O.L e Simplify. A primeira música é da era Electra Heart, enquanto a segunda está num EP pré-The Family Jewels (o EP se chama The Crown Jewels), mas também tá lá no Mermaid vs. Sailor. Ambas estão em qualidade de estúdio e valem a ouvida.

Ah, e só mais uma coisinha:

De nada.

LADIES CODE VOLTANDO NA CHUVA

Muito bom ter essas gurias fazendo comeback. Elas tem uma sonoridade muito diferente do usual no k-pop, e ajudam a dar uma variada no nosso catálogo de 2016.

Eu não tinha amado completamente “Galaxy”, embora tenha achado “MYST3RY” um Single muitíssimo bom. Então esperar pelo comeback das garotas era inevitável.

“The Rain” consegue sim ser melhor que “Galaxy” e dá continuidade à esse estilo adotado pelo grupo de boa forma, mas ainda não chegou com um impacto tão grandioso que me fizesse amar a música e tals. Então a espera pela Title Track de Ladies’ Code que vai ser o hinão do momento continua.

Dessa vez o EP delas não veio, em minha opinião, tão coeso quanto o primeiro. Mas ele tem como ponto positivo a presença de músicas mais fortes. Acho que a minha favorita do STRANG3R é Lorelei, que é provavelmente a minha preferida do 2016 de Ladies’ Code. Mas é só provavelmente mesmo, por que é difícil escolher uma favorita entre as novas desse girl group. Todas as músicas delas tem algum ponto positivo que as deixam em um nível de qualidade quase equivalente entre si.

Mas se fosse pra falar minhas favoritas, acho que fico com My Flower (aquele clima é muito lindinho e perfeito pra se você tá apaixonado pensando naquela(e/x) crush), Chaconne (pelos violinos gloriosos e a atmosfera que parece ter saído de algum filme francês, ou pelo menos eu acho que esse é o lugar certo não me julguem não conheço coisas francesas), Lorelei e The Rain.

Ah, e o clipe de The Rain está belíssimo

A TRILHA SONORA DE ESQUADRÃO SUICIDA

Saporra ficou uma evidência do caralho pra uma trilha sonora de filme. Por conta disso, e por indicação de amigos, eu decidi ir atrás de ouvir isso aqui.

Olhe, eu não vi nada demais não. Não que o álbum seja ruim, mas é só que não tem lá muita música de interessante.

Os maiores sucessos dessa trilha sonora, tipo aquela Chupador Pra Dor ou Heathens, eu achei muito chatas. E as outras faixas do álbum não chegam a ser algo que vai fazer alguma
diferença na minha vida. Mas existem exceções.

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Pelo menos a capa tá lindona.

As exceções que eu encontro pra esse álbum são duas. Primeiro temos Wreak Havoc, que é uma música selvagem que abusa do maravilhoso som de armas durante o refrão (tomando o lugar de um instrumental eletrônico).

Os defeitos de Wreak Havoc ficam no pré-refrão (onde o vocal soa um pouco dissonante), nas gemidinhas que a mulher dá durante o refrão (lugar que deveria ser dominado pelo barulho de armas) e em alguns momentos dos versos que também soam dissonantes (tipo logo depois do primeiro refrão, após o rap). Mas mesmo com esses defeitos, a música ainda consegue ter algum brilho graças aos seus certeiríssimos acertos (o som das armas e o rap muito bem aplicado).

Já a segunda exceção não encontra seu crédito na trilha sonora, e sim em umas lendas da música aí.

Pois é, a segunda boa música dessa álbum é um cover do QUEEN. E não simplesmente uma música do Queen, mas Bohemian Rhapsody.

Vocês me batem se eu disser que esse foi meu primeiro contato com essa música? Por que foi. E que delícia foi ter entrado em contato com isso aqui.

A música é um espetáculo do inicio ao fim. Ela é composta partes que não fazem o menor sentido de serem colocadas junto, mas ainda assim funcionaram perfeitamente bem. E vale falar que cada uma dessas partes é incrível.

E olha, faz todo o sentido eles colocarem Bohemian Rhapsody nessa trilha sonora. Toda a sonoridade louca combina bem com a proposta do Suicide Squad, que é ter um bando de louco junto.

BRAVE GIRLS QUE FICAM SEXY DE SALTO ALTO

Eu demorei pra dar importância à essa música aqui.

Na época que o pessoal tava louco por ela, eu tava é nem aí. Tinha ouvido umas 2 vezes e achado nada demais cofcof flashback com cocosori cofcof. Mas não é que quando eu fui pegar pra ouvir isso aqui, na bobeira, acabei gostando bastante dela?

É uma música muito felizinha. Tem essa atmosfera super animada que faz qualquer um que entra em contato com ela já despertar e ficar pronto pra aquele dia difícil que está por vir.

Vale ressaltar que esse aqui foi o segundo ótimo acerto de Brave Girls depois da maravilhosa Deepened, que tem um clima bem diferente de High Heels. U Go Brave Girls.

O NOVO ÁLBUM DE DONA SPEARS, GLORY

Nesse meio tempo saiu o tão aguardado nono álbum de estúdio da legendária Britney Spears. E a grande expectativa pelo CD foi justamente pelo fato da dita lenda do pop ter dado uma puta duma queda na popularidade e ter entrado no clássico limbo em direção ao esquecimento, juntinho de Christina Aguilera e Mariah Carey (essa última as pessoas só lembram em dezembro graças à All I Want For Christmas Is You).

Saiu Make Me, foi uma música sem sal. Saiu o clipe de Make Me, foi um dos piores clipes ocidentais que eu vi em tempos, cheio de objetificação do homem (não existe só objetificação da mulher, tá flores?). E aí as esperanças já estavam lá em baixo.

Mas o álbum saiu, e não é que as pessoas gostaram pra caramba dele?

Uma pena que eu não tenha visto NADA DEMAIS no Glory.

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Pra piorar essa capa não ficou lindona.

Quer dizer, o álbum é recheado de músicas que são só legaizinhas~boas (Just Like Me, Hard To Forget Ya), ou até mesmo que são completamente sem sal (Invitation, Man On The Moon), sem contar nas que são dispensáveis mas tão inofensivas que nem ofendem (Private Show), além de outras que eu nem consigo decidir se passam a barreira do boa (Do You Wanna Come Over, Just Love Me).

Mas não vou ignorar as músicas boas que esse álbum tem. Clumsy é gloriosa. A produção dela é meio cagada, mas isso acaba se tornando um charme da música. Change Your Mind também é uma música incrível, com aquele refrão maravilhoso cheio de gemidos da dona Spears repetidos eletronicamente. Também temos a acima de boa Slumber Party, que não chega aos pés das duas anteriores mas ainda assim tem seu charme (e ela é melhor sem a Tinache). E não posso esquecer de Coupure Électrique, música lindíssima toda calminha e completamente cantada em françaisest beaucoup de richesse mon amour.

No geral, o Glory acaba se tornando um álbum OK. Não vi nada de especial nele, embora eu quisesse ter visto essa glória toda que vocês dizem ter presenciado.

Agora falando em clipe. Dessa vez Britney acertou com Slumber Party. A estética do clipe tá toda lindona. Achei admirável a senhorita Britney voltando a ser da ousadia depois de ter falado que não queria fazer nada indecente nos clipes por conta da existência de seus filhos. A guria chegou até a tirar muita coisa safada que IA sair no corte final do clipe de Work Bitch e emputeceu a fan base por isso, hehehe.

Mas de qualquer forma, fico feliz que Britney conseguiu dar uma levantada depois da queda trazida pelo Britney Jean, por mais que não tenha curtido tanto assim o Glory. Só vamo tentar trazer capas de álbum bonitinhas, pelo amor de deus.


Tá aqui mais um pedacinho das coisas que ouvi láaa atrás.

Tô começando a achar que esse quadro vai ficar muito difícil de manter por que a vai chegar fevereiro de 2017 e eu ainda vou estar falando em coisas que sairam em outubro @_@. Mas vamo ver no que dá.

Beijão aí pra vocês que leram até o final. ❤

Deixem um comentário falando sobre algo que tenham discordado ou qualquer bobeirinha que sentirem vontade. É bom saber que vocês estão interagindo e saber se vocês curtiram ou deixaram de curtir as coisas que indiquei aqui.

11 comentários em “O que eu estava ouvindo durante o hiato (Parte 3)

  1. EU IA LINKAR PORN IS GOOD FOR THE SOUL AAAAAAA
    Minha vida perdeu o sentido ao saber que existia uma versão japonesa do TFJ. Mas esse EP ai eu conhecia, ele é bem bom mesmo. Aliás, já chegou a ouvir Scab and Plaster? É uma das unreleased dela

    Eu acho que a SM viu que cagou em cima do lado velvet com aquele EP horroroso e decidiu “juntar ambos” pra apagar um pouco da vergonha. Uma pena que de velvet mesmo só tem elas com cara de cu enquanto tomam café na mesa.

    The Rain é outra dai que eu amo. No começo achei ela bem “tá”, mas com o tempo fui ouvindo, ouvindo e quando vi já The Rain já tava slaying Galaxy no meu coração.

    Gosto da Britney até 2009, depois veio aquele Britney Jean horroroso e eu comecei a dar 0 fodas pra ela. Mas ouvi essa do post e curti bastante, só que tô com medo de ouvir o álbum e ele ser realmente ruim.

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    1. “Porn is Good For the Soul” is good for the soul. ❤

      Eu fiquei chocado com essa versão japonesa do TFJ. Eu não fazia ideia de que esse álbum tinha moral pra ter uma versão deluxe japonesa com músicas extras que nenhuma outra versão tem. E o melhor é que nesse deluxe japones ainda fizeram questão de colocar uma versão diferente de Hollywood, que tem versos diferentes em um momento da música.

      Essa Scab And Plaster eu nunca cheguei a ouvir mesmo não. E numa primeira ouvida, até que legal. Quem sabe não vira vício daqui pra frente?

      Sobre a SM, essa teoria daí deve ser a mais aceita entre os velveteiros de plantão. Mas sei lá, eu tenho a impressão de que a SM iria fazer essa cagada mesmo se One Of These Nights fosse muito boa. Me parece comodo adotar só um estilo musical daqui pra frente, e nada mais lógico que, no Red Velvet, esse estilo ser uma fusão dos dois estilos anteriores. COISA QUE NA TEORIA NÃO FUNCIONA POR QUE EU QUERO O MEU LADO RED E O MEU LADO VELVET DE VOLTAAAAAAAAAAAAAAAAAA SEM CONTAR QUE O LADO RED VELVET FICOU PÉSSIMO E PARECE MAIS UM LADO RED AGUADO QUE QUALQUER OUTRA COISA.

      Quem me dera poder amar as músicas de Ladies' Code assim. Eu amo o estilo delas, só me falta amar as músicas mesmo.

      E eu sugiro que você ouça o Glory. Tipo, o que eu falei ali é mais minha opinião mesmo. Num aspecto geral, o pessoal gostou muuuito do álbum, então é bem provável que você acabe caindo no gosto também.

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      1. Lado red e lado velvet era uma das poucas coisas que os boleiros podiam esfregar com gosto na cara de todo mundo, SM enterrou gostoso a dualidade delas.

        Acho que vou ouvir o Glory então, ahsuahsua.

        Curtido por 1 pessoa

  2. Só pra dizer que li seu post inteiro.
    Maldade com a Aguilera, se bem que teve um ano que acusaram uma música da Adele ser cópia da Mariah e o povo já não a conhecia mais.
    Eu fiquei com um impressão tão ruim de make me, que deixei a Neide de lado.
    Aguardo mais posts.

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    1. Por algum motivo o seu comentário caiu na caixa de spams @_@, mas acabei trazendo ele de volta à superfície. Me avisaram que tinham comentado num post meu e que o comentário não havia aparecido, aí fui ver se tava abandonado na caixa de spams. E tava abandonado mesmo, junto com esse seu comentário aí. Mas agora as falhas técnicas já foram resolvidas xD

      Olhe, por mais que eu quisesse estar errado, Christina tá bem esquecidona. É só você ver que Ariana Grande tá com mais relevância que ela atualmente. Queria muito que a dona Christina voltasse à cena com força de novo.

      Essa Make Me foi pra arrasar os corações mesmo, viu. Mas eu recomendo você dar uma chance pra as músicas que eu falei aí no post. Elas são bem melhores que Make Me, pode ter certeza.

      E obrigado por estar no aguardo dos posts ❤ Nessa altura do campeonato já teve mais 3 posts aí, então você já deve estar satisfeito xD

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  3. Gente, eu achei esse lado Red Velvet uma bosta, embora eu seja #TeamAegyo, achei esse conceito uma merda. Mas não tem como discordar, Russian Roulette é incrível! Tá, não tão incrível, na verdade, nada incrível, retiro minhas palavras, nem impacto NENHUM! Mas é inegável que a música é viciante!

    Já as músicas da Marina, SENHOR QUE DEUSA! Além de seu icon estar divoso com ela, as músicas da Marina são perfeitas mas… PORN IS GOOD FOR THE SOUL QUE HINO!

    A música da Skylar Grey é ótima ADOREIIIII SOCORRO HINÃO!

    High Heels tem uma intro bonitinha e… SÓ

    Glory, nem falo nada!

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    1. Realmente, acho Russian Roullete uma música bem divertida e legal, por mais que tenha achado péssimo esse conceito ter sido adotado pelo Red Velvet. Tipo, eu não sou o maior odiador de aegyo, tem umas músicas de aegyo aqui e acolá que eu gosto. Mas Red Velvet jogando fora os conceitos ótimos dela pra apostar em aegyo não me desce.

      Marina é maravilhosa, né não? Como não escolher ela entre várias outras pra estar no meu ícone?? E como não amar a poesia que é Porn Is Good For The Soul???

      Eu nem me toquei que o nome da guria que cantava era Skylar Grey SOCORRO. Cuidado com a lesa.

      A intro de High Heels é ótima mesmo. I’M A SASSY GÃRL (i’m a sassy gãrl) I’M A TOP GÃRL.

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